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 João Victor dos Santos Mendonça

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AutorMensagem
João Victor

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Mensagens : 2
Data de inscrição : 23/08/2016

MensagemAssunto: João Victor dos Santos Mendonça   23/08/16, 12:18 am

FICHA DE PERSONAGEM

Informações Básicas

Nome: João Victor dos Santos Mendonça
Data de Aniversário: 08/11
Idade: 34
País de Origem: Brasil
Ocupação: Dono de uma lanchonete
Clã: Poseidon

Avatar: Simon Brezhnev - Durarara
Avatar Extra (opcional): Nenhum

Aparência: João é um chefe de cozinha de primeira e usa uma roupa bem comum como alguém que trabalha em uma lanchonete, camiseta branca, avental azul e uma calça-jeans preta. Ele aparenta ser intimidador logo à primeira vista, não por seu olhar, nem nada, mas sim por seu mero tamanho, afinal, 2,03m já não é para brincadeira, adicionando o fato de que João esbanja músculos, qualquer um que o olhe já pensa duas vezes antes de comprar uma briga.
É claro que, com relação ao seu olhar, João é completamente inocente e costuma ser gentil com as pessoas, portanto, caso você não costume invadir locais para causar transtornos ou brigar em locais públicos, por exemplo, João vai aparentar ser um grandão bem gente fina e com um sorrisão no rosto, pronto para vender seus lanches.
Quando João abre a boca para falar, sua aparência gentil se torna clara, já que o seu jeito manso de falar, somado ao seu R um pouco puxado para o caipirês torna ele muito mais aproximável.

Personalidade: João costuma ser o mais carismático que consegue porque antigamente costumava afastar clientes só de não estar sorrindo, com o tempo percebeu que falar mais devagar e sorrir casualmente ajudava nisso. Ele sempre imaginou que fosse por causa de sua aparência, mas não por ser intimidador, ele apenas achava que era feio e as pessoas não gostavam de estar perto dele, afinal, inteligência nunca foi o seu forte. Apesar de sempre precisar de uma calculadora em mãos para que os clientes não saiam sem pagar (não que eles normalmente se atrevam), João sempre se deu bem em tudo que diz respeito à cozinha, desde limpá-la até fazer alguns pratos bem sofisticados.

Por dentro, João é sempre essa pessoa relativamente inocente que não tem maldade no coração e que faz amizade fácil e considera muito quem o ajuda ou até mesmo seus clientes, pessoas que costumam demonstrar afeto por ele são ainda mais favorecidas com seu respeito e carinho. João é também uma pessoa muito justa e não gosta do "jeitinho brasileiro" que era tão comum onde ele veio, sua mãe sempre o ensinou que o que é certo é certo e ele tem para si que não é bom dever nada que não possa pagar à ninguém.

Sendo assim, ele tem um lado que não costuma mostrar, sua ira suprimida que, mesmo quando aparece, é muito bem controlada, mas mesmo assim o leva a fazer coisas que normalmente não faria. Ele odeia desrespeito, injustiça, abusos e outras coisas que são consideradas ruins ou cruel ao seu ver e, desde pequeno, usa seus grandes braços e pernas para solucionar esse tipo de situação à sua frente. Ele nunca conseguiu ignorar outras pessoas que precisassem de sua ajuda.

Informações Especiais:


Força (STR): 9
Agilidade (AGI): 6
Destreza (DEX): 4
Inteligência (INT): 1
Vitalidade (VIT): 10

Equipamento (opcional): Cutelo
Descrição: Faca média (relativamente) e quadrada, normalmente usada para cortar peixes.

Arte Marcial 1: Jiu-jitsu brasileiro
Arte Marcial 2: Muai-thai
Arte Marcial 3: Judô

EVO: Gárgula
Descrição da Habilidade: João sofre uma mutação que o transforma aos poucos em um monstro, extra-humano, ou, como outros descreveriam: "Gárgula", por conta de seu tamanho e natureza dessa habilidade.
Rank D: João consegue regenerar ferimentos leves criando novo tecido para repor os ligamentos criados por uma ferida. Ferimentos leves, como cortes superficiais, são rapidamente fechados, embora não seja possível regenerar membros amputados.
Rank C: É possível criar um exoesqueleto resistente por cima de algumas partes de seu corpo: mãos, antebraços, canelas e nuca.
Rank B: Com o aumento de adrenalina (no calor de uma batalha), a armadura em seu corpo se espalha até cobrir o corpo todo, tendo suas juntas como ponto mais maleável
Rank A: João desenvolve asas e uma cauda com seu exoesqueleto e membranas finas mas ainda feitas do mesmo material, que o permitem voar e melhora seu equilibrio
Rank S: Seu exoesqueleto se torna muito mais resistente, em conjunto com um aumento geral de seu tamanho e força

Informações Finais

Biografia: Desde pequeno, João foi pobre, cresceu em um barraco em uma cidadezinha no interior de são paulo e teve que aprender como pôde a se virar para ajudar sua mãe, solteira, à cuidar da casa. Ele teve dois irmãos mais novos, que aumentaram seu senso de responsabilidade, ele sabia que teria de fazer alguma coisa e sabia que precisava alimentar sua família, e comida custa dinheiro.
"Pera... É isso!" foi o que ele pensou, aos 7 anos de idade, "vou virar cozinheiro e vender comida boa! Assim a gente não vai passar fome!"
E então, se dedicou à pedir para donos de restaurantes que o ajudassem em sua empreitada, todos eles dizendo que não podiam porque era muito novo, até que uma lanchonete em particular atendeu à seu pedido. Começou trabalhando somente dois dias por semana, e em três meses mostrou que sua dedicação estava ali para ficar, então conseguiu trabalhar mais e mais, aprendeu muita coisa, inclusive que tinha que ir para a escola para ser um bom chefe, e foi o que ele fez. Nunca fora inteligente, mas sua dedicação sempre foi tão grande que ele conseguia sempre por pouco passar nas matérias.

João não tinha tempo para brincar, sua infância foi difícil, mas sua mãe sempre o ensinou que não se deve invejar aqueles que possuem o que ele não tem, se não ele sempre iria querer mais e nunca seria feliz. É por tudo que sua mãe o ensinou, que ele conseguiu sempre aguentar outros caçoando de sua cor e pobreza, ele sempre sentiu que deve muito à sua bondosa mãe e por isso se tornou a pessoa que é hoje.

Na adolescência, João já sabia ler, escrever, fazer contas e, o mais importante, fazer lanches! Todo o tipo de lanche, João se dedicava à aprender a fazer. Queimava alguns no começo, deixava outros crus, mas eventualmente se tornou um bom cozinheiro da lanchonete que trabalhava, a ponto de ser indispensável, já que além de ser bom no que fazia, limpava tudo e cuidava do local com dedicação, como se fosse sua casa, sabia que a comida na mesa de seu lar dependia daquilo então fazia tudo com coração.

E continuou aprendendo até seus 15 anos, quando todos já teriam de longe largado esse ramo para buscar algo melhor ou correr atrás de suas ambições, João estava exatamente onde queria estar e isso lacrimejava os olhos de seu patrão quando estava para dormir. À essa altura, seu chefe, que já o considerava como filho, e vise-versa, decidiu então sugerir ao garoto que corresse atrás de algo melhor para a vida dele, que ele conseguiria outros funcionários para substituir o garoto, afinal naquela lanchonete não teria mais como ele crescer. Foi um choque inicial para João, porque ele não queria sair dali, estava feliz como está, mas sabia que era por bem que seu patrão estava dizendo aquilo, ele viu o rosto vermelho e as lágrimas no canto dos olhos do homem que já era mais baixo que ele enquanto ele dizia para o garoto ir embora. E ele fez exatamente o contrário, deu um abraço no chefe e disse "aqui é minha casa, não me faz sair não... Por favor", e desabou à chorar, intervaladamente, baixinho.

Extremamente compadecido, seu chefe resolveu que, mesmo que custasse caro, iria providenciar àquele garoto um aumento, que iria ajudar à melhorar a vida dele, mesmo que custasse alguns de seus luxos, quando comparava seus bens ao da família do garoto, achava que tinha demais, o tal do garoto tinha sido para ele uma benção disfarçada, um esfregão para lavar a ganância que ele tinha, e isso tudo começou quando ele o contratou para pagar menos à um funcionário que ele faria fazer um serviço mais pesado. Tinha pensado em despedi-lo muitas vezes no começo por causa de sua lerdeza para pegar o jeito da coisa, mas decidiu ficar com o garoto pelo esforço raro que ele tinha em conseguir fazer a coisa certa. E aos poucos o garoto o mudou completamente por dentro, as atitudes dele mostraram claramente como o dia o que tinha de errado em si e, isso, vale mais do que uma assinatura de TV à cabo, ou uma internet boa.

Aos poucos, o garoto assumiu o cargo de gerente da lanchonete e ajudava com todas as forças à cuidar do local, que, por espanto dele e de seu chefe, crescia cada vez mais, apesar de parecer que a população da cidade era sempre a mesma e, mais acomodado com o emprego que estava, conseguiu arranjar tempo para aumentar o treino que já tinha começado há anos, com algumas artes marciais e colocar seu corpo para trabalhar ainda mais, afinal sua mãe sempre dizia para fazer algo de bom com o corpo que ele ganhou e que exercício sempre faz bem. Nas terças e quintas, fazia judô e muai-thai, seguidos, e segunda quarta e sexta fazia jiu-jitsu em outra academia.

Então uma noite, quando estavam fechando a lanchonete, assim que trancaram o portão, prontos para ir embora, um grupo de baderneiros fedendo à álcool abordou à ele e seu chefe, três carregando bastões, estavam em cinco pessoas e gritavam para abrirem as portas porque estavam com fome. De inicio, João disse para seu chefe abrir que ele faria os lanches para eles, seu coração dizia para fazer comida àqueles que diziam ter fome e, muitas vezes, pagou com seu salário àqueles que precisavam. Mas seu chefe sabia bem como eram esses sujeitos, e se recusou firmemente dizendo para irem embora e pararem de causar confusão, se não chamaria a polícia. Os jovens não gostaram nem um pouco, e um deles desceu uma bastãozada sem aviso na cabeça do pobre velho, que caiu no chão na hora.

João sentiu como se o tempo tivesse travado por um momento, seu sangue ferveu e seu sorriso foi embora, ele não gostava de machucar pessoas, mas aquelas ali precisavam aprender uma lição, assim como sua mãe o ensinou quando pequeno, iria mostrar para eles, uma dor que não iriam esquecer, para que eles não façam isso de novo, com mais ninguém.

Começou com o grande do bastão, que era um pouco mais baixo que ele, segurou sua camisa com toda a força e o arremessou à parede ao lado do portão, ainda segurando em seu colarinho, o esmagando. O choque inicial em sua cabeça com a parede foi tão grande que o cara desmaiou na hora, e os outros dois que estavam com bastões já o atacaram. Os bastões bateram e voltaram e João nem se mexeu, bom, não por causa disso, ele já estava virando para pegar o outro para pega-lo pelo braço e arremessá-lo ao chão, de novo, desmaiando o coitado. os dois que não estavam carregando bastões puxaram facas e o atacaram sem dó, fazendo vários cortes em sua pele. João os ignorou completamente e prosseguiu para arremessá-los até sobrar um, que quase escapou, até João o agarrar. Assim que João virou o arruaceiro para si, o arruaceiro pode ver os cortes do braço do grandão se fechando, ele achou que estava alucinando por estar bêbado, mas depois de ter sido levado até a cara do brutamontes para ouvir um "Nunca mais faça isso", ele conseguiu ver nitidamente o corte em baixo de seu olho sumindo até parecer que nunca tinha sido feito. Ele largou sua arma e caiu ao chão, processando ainda o que tinha acabado de ver.

João não conseguiu bater no que não ofereceu reação, então ligou para a polícia para que eles resolvessem o resto, e pediu por uma ambulância para seu chefe. Quando relatou o B.O, disse que havia sentido alguns cortes, mas não conseguiu encontrar ferimento nenhum, apesar de ter sangue em suas roupas e, o arruaceiro gritava dizendo que "O NEGÃO SE CUROU! CARALHO! ELE É O VOLVERINE, CARA! VOCÊS TÊM QUE FAZER SEUS EXPERIMENTOS NELE, SEI LÁ!". Os policiais acharam mesmo a história toda estranha demais, já que a versão do "volverine" tinha até sido confirmada pela vítima, então relataram aos superiores e, eventualmente a organização tomou conhecimento e abordou João.

Não foi nem um pouco fácil convencer o grandão à sair da cidade e sair de onde estava para morar em outro lugar, outro >país<, ainda por cima, ele gostava demais de onde morava. Foi necessário, pra ser preciso, mais de três meses para convencê-lo, ainda com a ajuda de sua mãe e chefe, que não paravam de dizer para ele ir embora e não oferecer resistência, e que por sorte eles estavam no Brasil o oficial do governo nesse caso era muito tranquilo e tolerante. Depois de muito tempo tentando convencê-lo, sua mãe e o chefe, juntos, o chamaram para conversar, e em meio à mais lágrimas, disseram que queriam sim continuar perto dele, que gostavam da companhia do homem e que mesmo com aquele tamanho, era como se ainda fosse o filhote deles, mas queriam mais ainda vê-lo feliz, que sabiam que o destino estava reservando esse futuro para ele porque era algo que só ele poderia fazer, que em meio à tantas pessoas com dinheiro, ele é quem foi escolhido, que tudo o que fez de bom na vida serviu para recompensá-lo dessa forma... Que ele era especial.

Então decidiu ceder à pressão da família, que agora tinha seu patrão incluso e se mudar para Highland, mas não antes de passar por um curso intensivo de inglês... O que durou mais dois anos.

Ele já tinha uma boa idade quando veio para a ilha, então logo de cara abriu sua lanchonete e se afiliou ao clan Poseidon, já que se identificou mais com o líder e com os fundamentos.

Extras:
João é um ótimo cozinheiro e tem conhecimento de diversos pratos. Até com pratos novos, ele consegue fazer um bom serviço por conhecer tempeiros e combinações em geral, isso se deve à muitos anos de treino no assunto e dedicação, já que ele normalmente aprende tudo devagar.

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